Aula 01 - Paulo Cezar
Eai turma,
Aproveitando que todos temos uma certa experiência com a administração pública brasileira, seja como usuários dos serviços ou ainda no papel de servidores públicos, gostaria de saber quais aspectos das teorias pesquisadas vocês acharam interessantes e válidos a serem adaptados e aplicados à administração pública? e porquê?
olá Paulo! Meu caro, eu acredito muito que a tomada de decisões rápidas com maior eficiência são realizadas dentro de uma equipe motivada e multidisciplinar com responsabilidades bem definidas. E este modelo, na minha opinião, se encaixa perfeitamente numa gestão por processos, aonde o empowrement é realizado conforme o fluxo operacional, com a conscientização e apoio da Alta Direção. Assim, a substituição dos organogramas tradicionais por fluxogramas, a depender do tipo de negócio, é uma sugestão bem aplicável.
ResponderExcluirPaulo, creio que para a administração pública alavancar nos parâmetros de eficiência e produtividade, deve existir uma preocupação com a transparência, com a prestação de contas, implantando um accontability capaz de mostrar, em tempo real, de maneira fácil, o andamento das atividades desenvolvidas.
ResponderExcluirO que se vê hoje é uma tendência em preencher tabelas e relatórios mas que muitas vezes não são elaborados para o entendimento de todos, parece haver uma distância entre o cidadão comum e a administração pública. Creio que com mais visibilidade da população a cobrança tende a aumentar, fazendo com que exista uma tentativa de melhora do desempenho do trabalho de todos.
Gostei dos estudos sobre as escolas de administração pública e evolução do pensamento cientifico. Uma teoria interessante é sobre a burocracia. O pensamento burocrático, com origem em Weber, não deve ser visto como algo negativo, pois é ser considerado um avanço teórico, servindo para organizar a tornar mais impessoal a administração. Porém no contexto da administração pública brasileira, ficou marcado por suas desfunções, quais sejam, controle excessivo do servidor e dos meios e pouca preocupação com o resultado. Acho que seria interessante e válido um estudo sobre esse modelo, para reforçar a parte positiva (tais como concursos públicos, e separação da vida pessoal do trabalho) e combater os desvios citados.
ResponderExcluirOlá Paulo!
ResponderExcluirO estudo durante a disciplina de Gestão Ambiental trouxe atenção sobre as ferramentas e filosofia do Pensamento Lean, voltado totalmente ao atendimento das necessidades do cliente (que na esfera pública seria o cidadão), com a eliminação de desperdícios e processos que não agreguem valor à finalidade principal. Dessa forma, creio que a aplicação dessas ferramentas enxutas e ágeis seja desejável na esfera pública em prol da eficiência dos interesses da população, principais beneficiados pelos serviços e políticas públicas. Além disso, como muitas pesquisas mostraram, a mera adoção de ferramentas de maneira pontual, não é suficiente, sendo necessária uma adoção em âmbito cultural. Assim, como o setor público depende de regulações legais, faz-se necessário pensar em uma solução mais definitiva para sua modernização e superação dos déficits oriundos da fase burocrático-gerencial.
Confesso que me falta um maior conhecimento do sobre o tema da "nova gestão pública", que teria o cidadão como foco e a competitividade para melhoria do atendimento e eficiência. Portanto, minha resposta, assim como é o tópico do meu post, é que ainda vejo (neste ponto da disciplina) que a burocracia, como descrita por weber, é a solução mais adequada.
ResponderExcluirGerando competição ou focando o atendimento no cidadão, intuitivamente me parece que teremos atendimentos desiguais, o que acho incorreto, uma vez que todos devemos ter o mesmo tratamento frente ao Governo.
Não sou contra melhorias no serviço público, mas assim como na justiça, frente ao Governo, todos temos que ser tratados igualmente, e portanto é necessária um padronização e controle.