Aula 3 - Makário

 Segundo Quelhas (2016), é necessário que o Governo Federal crie políticas de governo que contemplem todas as estratégias planejadas. Caso contrário, as várias políticas de planejamento já existentes continuarão a não sair do papel e não contribuirão de fato com a sociedade. 

Existem diversos fatores que contribuem para a falta de sucesso nessa implantação de estratégias, uma delas é a ausência de programas de desenvolvimento de pessoal para o aperfeiçoamento dos servidores, o que ocasiona uma insatisfação e desmotivação nos mesmos.

Em sua opinião, você observa a carência de programas de desenvolvimento pessoal em seu trabalho? Quais tipos de incentivos poderiam ocorrer para contribuir com o engajamento dos servidores com as estratégias da organização?

Comentários

  1. Makario, não acredito que há uma ausência por completo de programas de desenvolvimento de pessoal, mas ações ainda muito incipientes e que são evoluem muito em função da burocracia do próprio serviço público. Percebo que os incentivos financeiros existem em muitos órgãos, mas quando falamos de servidores engajados, estamos falando de uma motivação que é intrínseca ao individuo e nem sempre vem da motivação financeira. Você traz uma frase que na minha perspectiva, retrata muito bem os programas existentes: estão no papel, mas possuem muitas limitações (oferecidas pela própria gestão) o que por si só, desestimula os servidores a buscar novas possibilidades.

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  2. Existem programas de desenvolvimento no local onde atuo, principalmente cursos oferecidos pela Escola de Governo Estadual. Agora, como bem lembrou a Beatriz, não sei se isso é suficiente para engajar os servidores nas estratégias das organizações. Talvez, seja apenas um dos muitos fatores necessários para criar o desejado engajamento. Progressão na carreira ligada a realização dos cursos poderia ser uma boa forma de incentivar a realização desses, o que ocorre pouco no meu local de atuação. Embora motivação envolva outras fatores também, acredito que a valorização do trabalhador que aderisse aos programas de desenvolvimento pessoal contribuiria em deixar o servidor mais satisfeito.

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  3. Makário, vejo que existem programas de desenvolvimento no meu local de trabalho, porém possuem realmente muitas limitações. Os cursos e treinamentos em sua maioria trazem conhecimentos muito teóricos que quando você tenta colocar na prática não consegue. Talvez trazer algo ligado a realidade do órgão que depois poderá realmente ser aplicado seja mais interessante. No órgão onde trabalho temos alguns incentivos financeiros que motivam os servidores a se qualificarem, mas nem sempre é o suficiente.

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  4. A motivação dos servidores é um tema bastante complicado, muitas vezes o que motiva um colega não é o mesmo que te motiva, vejo este dilema constantemente em meu ambiente de trabalho, assim, acredito que os órgãos deveriam estabelecer programas de desenvolvimento mais personalizados às suas demandas dos indivíduos, como ocorre na iniciativa privada, porém, como todos já sabem, a administração pública carrega uma carga legal e burocrática a ser respeitada, o que por um lado é importante, por outro amarra boa parte do seu tão necessário desenvolvimento.

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  5. Boa proposição, Makário.

    Eu sinto muita carência de uma real "gestão de pessoas", no contexto em que estou inserido, a administração direta do executivo estadual. Até temos uma Escola de Governo bastante atuante, mas ao mesmo tempo, muitos servidores enfrentam dificuldades de serem liberados para os cursos e treinamentos, sendo que pela cultura organizacional, é até difícil introduzir o assunto e realizar o pedido para o chefe imediato. Vejo que isso se dá por uma não valorização das pessoas, em última instância, justamente pela falta de preparo quanto a conceitos de gestão mais modernos, por parte das chefias imediatas e até ocupantes de cargos mais altos na hierarquia. O que se prioriza, é sempre e somente, a consecução das tarefas. Isso cria um ambiente um tanto quanto antiquado e inadequado ao surgimento e à propagação de inovações.

    Assim, creio que o principal incentivo que deva existir para o desenvolvimento pessoal dos servidores, é a instituição de uma verdadeira cultura organizacional que privilegie a inovação e a gestão e desenvolvimento de pessoas; iniciada nos mais altos escalões da gestão. Até lá, iniciativas pontuais, mesmo maiores, como a da Escola de Governo estadual, terão impactos limitados, em minha opinião.

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