Aula 3 - Paulo Cezar

        Boa tarde Colegas!

Ao analisar o artigo de Michelle Ferreira, “As novas configurações da Gestão Pública: comunicação, conhecimento e pessoas”, percebe-se o quão importante é o potencial humano no processo de inovação e melhorias do setor público:

Falar nos dias de hoje em Gestão Pública, é compreender que o processo de transformação da sociedade é inevitável e que para gerenciar instituições públicas, é preciso investir em novas tecnologias sim, mas é imprescindível investir também no capital humano, ou seja, propiciar formas para que o conhecimento individual seja agregado com o conhecimento coletivo para que desta forma se crie valores que não são tangíveis e também não se encontram à venda.”

Neste sentido, em seus órgãos existe a valorização das iniciativas dos servidores? Lembram de alguma iniciativa que teve origem, ainda que de forma isolada, e posteriormente se expandiu, melhorando o desempenho organizacional?

Comentários

  1. Paulo, concordo que é preciso investir em tecnologia mas sem esquecer de investir no capital humano. Vejo que no órgão onde trabalho há a valorização das iniciativas dos servidores, mas acho que nem sempre essa iniciativa prossegue e se expande. Como tenho pouco tempo "de casa" não estou me lembrando de iniciativas que se expandiram e melhoraram o desempenho organizacional.

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  2. Paulo, bacana o seu questionamento!
    Em mais de 13 anos vivenciando o dia a dia como servidor público estadual, vejo que, como disse a Ana, podem até ocorrer algumas iniciativas pessoais, mas quando existem, ficam, em sua maioria, restritas à realidade a que está inserido aquele agente de mudança. Dessa forma, a tão almejada inovação, em minha opinião, precisa ser uma política maior da gestão, transformando-se em uma verdadeira cultura organizacional, ocorrendo a gestão do conhecimento, ou então as iniciativas pontuais continuarão a não ecoar no resto da organização, muitas vezes minguando com o tempo, ao não encontrarem lastro e apoio no resto da instituição.

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  3. Nosso caso já é um pouco diferente do citado pelo Bruno e pela Ana. Nós incentivamos os colaboradores a terem iniciativas próprias. Sempre que surge uma boa ideia, alocamos recursos para que o mesmo possa desenvolver um produto inicial, que ser for viável, transformamos em projeto no nosso plano de trabalho e ao final, apresentamos para as equipes de outros estados, que podem adotar a ideia. Vários serviços hoje disponíveis partiram de colegas em outros estados que hoje são usados a nível nacional.

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  4. Paulo, sua indagação é um dos fatores que estou trabalhando em minha dissertação. Em meu órgão público a progressão na carreira está ligada meramente ao aspecto temporal, não oferecendo qualquer motivação ao servidor para que alcance seu pleno potencial. Manter os funcionários da organização incentivados é indispensável para que resultados de qualidade sejam alcançados. A própria Constituição Federal traz o princípio da eficiência em seu art. 37, exigindo que a administração preste um serviço satisfatório. Mas como ser altamente eficiente sem motivação? Um servidor desmotivado não irá desenvolver todo o seu potencial e será mediano em suas atribuições.

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  5. Olá Paulo,

    Na instituição onde trabalho, reconheço várias iniciativas que melhoraram a atuação de setores ou serviços específicos, melhorando o atendimento ao público. A ideia do reconhecimento é um pouco difusa, tem relação maior a um reconhecimento 'social', às vezes também em uma preferência na ocupação de cargos e funções.

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