Aula 4 - Paulo Cezar
Boa Tarde Colegas!
No capítulo 2 da obra "Imagens da Organização", Gareth Morgan aborda os diversos ganhos que a administração científica trouxe em termos de produtividade, sendo ainda hoje muito difundida, temas como eficiência, quantificação, previsibilidade, controle e tarefas simplificadas ainda carecem de uma melhor aplicação à administração pública, um dos motivos elencados pelo autor é que na máquina pública, "(...) é mais fácil dizer do que fazer porque estamos lidando com pessoas e não engrenagens e rodas inanimadas", no final das contas, são as pessoas que dão vida à máquina pública.
Diante do desafio de tornar as organizações públicas mais eficientes em termos de produtividade, vocês concordam com o autor de que são as pessoas que dão vida à máquina pública?
Paulo, eu concordo sim. Mas, acho importante definir quais as pessoas que dão o tom para a máquina pública e ao meu ver é a gestão. Percebo que um gestor focado em eficiência, por exemplo, consegue levar toda a sua equipe nessa direção, assim como um gestor descompromissado também impacta na produtividade da equipe. O que faz uma organização ser eficiente, produtiva e etc são os recursos aplicados nela e com toda a certeza o diferencial está no capital humano, por isso é vital termos gestores qualificados para a função.
ResponderExcluirPaulo, concordo com a afirmação do autor, as pessoas são muito importantes para a organização. Para uma máquina funcionar bem ela precisa de todas as suas peças funcionando e indo na mesma direção, por isso é importante que em uma organização os objetivos e metas estejam sincronizados. Além disso, os gestores devem saber gerir bem toda essa máquina.
ResponderExcluirOlá Paulo,
ResponderExcluirSim, com certeza as pessoas fazem toda a diferença. Penso que algumas dificuldades dentro da organização pública é justamente o fato de que espera-se que as pessoas entrem "prontas" na instituição, e funcionem como uma "engrenagem". Espera-se que uma lista de funções seja suficiente para que todos façam bem seu trabalho. É interessante pensar sobre como as pessoas são envolvidas na tomada de decisões, como são solicitadas, estimuladas, cobradas, reconhecidas e valorizadas.
Com certeza as pessoas são a vida da máquina pública. Por mais que ela seja bem padronizada, com todos procedimento documentados, sem as pessoas ela não ira funcionar, não terá ninguém para dar vida as engrenagens e colocas em movimento. Além disso, a máquina pública é para atender a população e portanto precisa de pessoas para atendê-la. Por mais automatização que temos hoje, chega um momento que se precisa de uma pessoa para fazer aquele ajuste final na máquina e entregar o serviço a população
ResponderExcluirOlá Paulo,
ResponderExcluirEu concordo com o autor porque as organizações públicas, em sua maioria, não visam lucro, não produzem produtos, mas ‘vendem’ serviços à população. A sua finalidade é atender ao interesse público da melhor maneira possível. Por isso, sem as pessoas, as empresas públicas não teriam razão de existir, elas são as ‘peças’ que realizam todo o serviço e fazem a máquina funcionar. Obviamente que são necessários os recursos financeiros e outros tecnológicos, mas elas são as peças fundamentais de toda a máquina. Daí a diferença da produtividade medida na administração científica e a dificuldade de se medir e alcançar a mesma produtividade e eficiência com as pessoas nas organizações.