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Aula 5 - Bruno - Cultura organizacional e liderança

Saudações a todos! Em seu estudo, Vasconcelos et al. (2009) concluem que (...) os elementos da cultura organizacional e a atuação das lideranças interferem diretamente na criação de um ambiente propício para o compartilhamento do conhecimento organizacional. Práticas de disseminação de valores, crenças, visão e missão da empresa, apoiadas pela atuação de lideranças que facilitam o processo de comunicação promovem o incentivo ao diálogo, a autonomia e a liberdade (...) Nesse contexto, proponho os seguintes questionamentos: 1) Como vocês enxergam a capacidade de liderança das pessoas que ocupam os cargos acima de vocês na hierarquia institucional em que estão inseridos. Há uma atenção deliberada para a cultura organizacional e a gestão do conhecimento? 2) Como avaliariam a instituição em que atuam neste mesmo sentido? Há uma preocupação ativa e iniciativas em relação à gestão do conhecimento, em especial o tácito, não explícito?

Aula 5 - Santiago Francisco

Olá, colegas! Provavelmente, alguns administradores ainda não estejam preparados para ver o poder de organizar sair de suas mãos em direção a uma “mão invisível”. Feita tal afirmação e considerando que a insegurança do administrador pode ser um fator que potencialize a centralização de poder, segue o questionamento: vocês conhecem algum exemplo na administração pública de efetiva distribuição de poder entre a equipe? (chefe consultado por seu ponto de vista, não por sua autoridade). 

Aula 5 - Makário

 Segundo Bin e Castor (2007),  o processo orçamentário é concebido com o pressuposto de ser realizado sob preceitos racionais instrumentais e tem a possibilidade de imprimir um comportamento mecanicista aos processos organizacionais. Contudo, há uma dimensão política que deve ser considero quando o orçamento é colocado em prática, o que gera distorções consideráveis sob a ótica racionalista.   Em sua opinião, o orçamento brasileiro, ainda que haja um vasto arcabouço normativo que o instrua, é visto pela população como um processo racional?

Aula 05 - Daniel Stone

  O artigo de Marcia Cristina Esteves Agostinho propõe a “Administração complexa” baseada na teoria da complexidade. Os princípios dessa nova proposta de administração são: autonomia, cooperação, agregação e auto-organização. Estes princípios trariam benefícios como a adaptabilidade, diversidade, aprendizados, menos erros e outros. Em seu estudo de caso, ela analisou uma empresa e percebeu que apenas a formação do indivíduo não garantia um desempenho melhor. A proposta da administração complexa foi então analisada em uma outra unidade da empresa e obteve excelentes resultados. Contudo, devido ao sucesso, os profissionais desta unidade ficaram em evidência e foram transferidos para outras unidades ocasionando a perda do desempenho obtido. Como esse modelo prevê a redução de cargos de comando e diminui o número de pessoas envolvidas, você acredita que um dos motivos para “ignorar” o sucesso foi o medo de perder os cargos de comando e/ou os empregos com um...

Aula 4 - Bruno

Boa tarde, pessoal! Avila, Moraes e Eloi (2013) encerram sua pesquisa sobre organizações como prisões psíquicas postulando o seguinte: O indivíduo aprisionado, só poderá ser liberto ao tornar-se consciente da sua situação de prisioneiro, e assim questionar as possibilidades e desafios encontrados fora do muro da prisão trazendo enormes benefícios para as pessoas individualmente e para as organizações, fornecendo uma alternativa para o pensamento grupal, encoraja-nos a lidar com as relações de poder que marcam o desempenho da vida organizacional e identifica muitas barreiras à inovação e à mudança Você concorda com essa afirmação? Já observou alguma situação em que pôde identificar-se (ou identificar colegas) inseridos nesse contexto de organização como prisão psíquica?

AULA 5- EDUARDO

 Ao buscar definir o orçamento público, verifica-se a predominância da visão mecanicista nos processos decisórios, observado pela função em planejar e por possuir uma natureza normativa. De qualquer forma, devido as limitações na coleta de dados, falta de compreensão total dos objetivos por todos, além múltiplos interesses pessoais e luta pelo poder, inerente ao comportamento social do homem, deve-se levar em conta também o aspecto político na sua formulação (Mintzberg, 1985) .  A liberação dos recursos orçamentários, cada vez mais escassos na Administração pública, é o principal termômetro da “fator político” para  poder medir o tamanho do nível de influência desta variável?  

Aula 4 - Paula Cristina

  Olá colegas,   Em seu livro “Imagens da Organização”, Gareth Morgan nos fala sobre a metáfora ‘CULTURA’ – ‘ Organização como fenômeno cultural’ – definindo as organizações como minissociedades, com seus valores, rituais, ideologias e crenças próprias, que têm seus próprios padrões específicos de cultura e subcultura. Para ele, a cultura determina o caráter da organização, podendo ser causa de fracasso ou de sucesso. Algumas culturas são fortes, outras são fragmentadas porque tem subculturas. Para apreciar a cultura, deve-se observar o dia a dia da empresa como se fosse uma pessoa de fora. Ver a interação entre as pessoas, a linguagem usada, os temas das conversas, os rituais. Explorando estas razões, descobre-se explicações para como as coisas são feitas. Ele deu exemplos de que a cultura nas empresas da Grã-Bretanha é marcada por divisão, conflitos de classes; Nos EUA é extremamente competitiva, exibicionista, com preocupação em ganhar e ser recompensado; no Japão a cultu...